TALVEZ, SÓ POETA!
Não me peçam coerência Impossível... Nem peço que me entendam Sou assim intensa Louca, com senso ou sem ele Consequente ou não? Ah, nem tanto... Talvez! Apaixonada, nada contida Às vezes afinada Ou desafinando no compasso Dos meus passos... Desafiando? Sempre! Talvez, só poeta...
Escrito por Cidinha Alcântara às 18h54
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QUE BOBAGEM!
Desta vida, o que entendemos? Tão pouco Ou quase nada. De uma coisa estou certa, Entendendo ou não da vida: Perdemos tempo demais Com insignificâncias, Deixando assim de viver... Que bobagem!
Escrito por Cidinha Alcântara às 18h44
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ELES EXISTEM!
Pessoas existem - serão Anjos? - Cuja presença, palavra ou silêncio Trazem o Céu aos simples mortais E os elevam ao Altíssimo... Ah, sim, os anjos existem!
Escrito por Cidinha Alcântara às 20h49
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PERCEBO...
Na suavidade da brisa No balanço do vento No vôo da borboleta No canto do pássaro Na pureza da infância Nos ímpetos da juventude Nas lutas da maturidade Na sabedoria do anciâo... Percebo a Palavra do Pai!
Escrito por Cidinha Alcântara às 13h11
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DANCE...
Uma descoberta, um alento, um alívio... Está alegre, está triste, faça como os gregos e dance, e dance e dance...
Escrito por Cidinha Alcântara às 22h33
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COM ENCANTO
No canto do encontro Eu canto o meu conto E conto o meu canto. No encontro com o canto Canto o meu encontro Com o conto do meu canto... E assim, Com encanto Canto e conto o meu pranto...
Escrito por Cidinha Alcântara às 22h46
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Ô VIDA!
Tem dia que gente, De tão caída, Não tem o que dizer Ou não sabe como dizer... Tem dia que a gente diz Muita coisa que não era pra dizer. Tem dia que a gente não diz Tudo o que era pra dizer... E então tudo se complica Nada se explica... Ô vida!
Escrito por Cidinha Alcântara às 17h51
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ÁS VEZES...
Às vezes sumo, às vezes apareço Às vezes, sei o que fazer Outras, nem sei... Às vezes, tomo iniciativa Às vezes, fico sem ação... Consigo, às vezes, fazer uma canção Mas, às vezes. o que resta mesmo É a amiga solidão...
Escrito por Cidinha Alcântara às 19h06
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TEMPOS MODERNOS
Vamos blogar Vamos escrever Vamos poetar Vamos navegar Vamos twitar Msn, e-mail, redes sociais Você não pode (!?) ficar pra trás! É a nova onda na net... Tempos modernos!
Escrito por Cidinha Alcântara às 21h26
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COMO ESQUECER?
Desisti de esquecer Tentativa inútil esta Quanto mais tento esquecer Mais eu lembro de você Então, Para que brigar com o inevitável? Que venham as lembranças Até que chegue o esquecimento... Ou não!
Escrito por Cidinha Alcântara às 22h08
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POR QUE?
Por que esta necessidade de dizer Por que esta necessidade de escrever Mesmo que a vontade seja de calar? Mesmo no cansaço Mesmo na alegria Mesmo na dor Não há como escapar desta necessidade vital que vem do fundo da alma...
Escrito por Cidinha Alcântara às 23h33
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SEM PALAVRAS
Muito o que dizer Mas como dizer? Como traduzir o sentimento? Tentativas, acertos e erros Não é facil - apesar de necessário - Traduzir o intraduzível Só o silêncio fala Quando ficamos sem palavras...
Escrito por Cidinha Alcântara às 18h34
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QUE DROGA!
Cansaço ou desesperança, desesperança ou cansaço? Ilusão ou realidade, Realidade ou ilusão? Existe escolha? Como numa corda bamba, mais bamba do que corda lá vamos nós......... (minha reticência é feita de mais pontos!) Um passo após o outro ou uma baita tropeçada! Machucaduras, quebraduras curativos, engessamentos, sei lá mais o quê.... Dor no corpo, dor na alma, peso no corpo, peso na alma! A leveza não está longe nem é difícil, está até ao nosso alcance. Mas que burrice: de tão fácil, não a atingimos e tolamente prosseguimos pesados, encarcerados, amarrados..... Que droga!
Escrito por Cidinha Alcântara às 23h08
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FASCINANTES!
Pessoas existem Como Francisco e Clara Tereza e Dulce... De Assis De Calcutá De Lisieux D' Ávila Da Bahia De todos os cantos Com seus encantos Que nos encantam Que nos inspiram Que nos fascinam!
Escrito por Cidinha Alcântara às 00h01
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QUIÇÁ
Da nossa trágica comédia Da nossa comédia trágica Nesta vida que é morte Nesta morte que é vida Nada ou pouco sabemos e Quiçá entenderemos um dia...
Escrito por Cidinha Alcântara às 18h54
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